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Após a separação da Naughty Dog e da Universal Interactive, Crash
Bandicoot ficou sob a responsabilidade da Universal. Diante disso,
Crash Bandicoot deixou de ser exclusivo da Sony e, em 2001, foi
lançado para os consoles de 128 bits da época o jogo Wrath of
Cortex. Aproveitando-se dessa diversidade de plataformas e o
lançamento do Game Boy Advance, a Universal contrata a empresa
Vicarious Visions para produzir um jogo de Crash para o novo
portátil da Nintendo na época.
O jogo ficou muito bom, lembrando em todos os aspectos os jogos do
Crash lançados para PSOne, apesar de o jogo ser totalmente em 2D,
havendo apenas uma fase em 3D (onde Crash foge do urso gigante
enquanto está montado em Polar como em Crash Bandicoot 2). Assim
como em Crash Bandicoot 3 do PSOne, Crash pode nadar. Além disso,
várias fases voltam ao passado, com cenários já conhecidos por nós
como o esgoto, a selva, o laboratório de Cortex, entre outros.
A jogabilidade é simples e obedece com fidelidade aos comandos e
todos foram utilizados a partir dos jogos do Crash do PSOne. As
fases possuem o mesmo nível de dificuldade que as fases dos jogos
lançados para PSOne e contam com o desafio das relíquias como em
Crash Bandicoot 3 e Wrath of Cortex.
Os sons foram remixados dos jogos anteriores de Crash para PSOne e
isso torna o jogo um pouco repetitivo, já que gostaríamos de ver
fases novas com músicas novas ou pelo menos exclusivas do Game Boy
Advance, mas não ficaram ruins.
No geral, o jogo ficou bom, mas poderia ter ficado ainda melhor se
a Vicarious Visions tivesse trazido alguma novidade ao jogo.
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